GABRIEL

GABRIEL BOÇON, 24 ANOS, TÉCNICO EM INFORMÁTICA.

Cúmplice: A mãe, Claudia.

Nascido em 05 de abril de 1992, Gabriel Vicente Boçon teve muitos problemas respiratórios durante a infância. Superou todos eles e cresceu como qualquer menino normal, cheio de amigos e histórias para contar. Hoje, aos 24 anos, trabalha como técnico de informática e é considerado pela família um homem objetivo e de coração enorme.

BÁRBARA

BARBARA CASALET, 33 ANOS, PROFESSORA.

Cúmplice: A Irmã, Natacha.

Filha de comerciantes, Bárbara sempre foi uma criança meiga e amorosa. Teve dois sonhos desde pequena: ser professora e mãe de muitos filhos. Nas brincadeiras em casa, sempre empurrava um carrinho de boneca e fingia que estava grávida. Quando foi mãe pela primeira vez, se tornou uma pessoa decidida, corajosa e determinada. Hoje, aos 33 anos, vive a vida que sempre sonhou: formada em pedagogia e rodeada por 3 filhos em casa.

FELIPE

FELIPE GOBBO, 30 ANOS, RTV

Cúmplice: Os pais, Rackel e Papi

Luis Felipe Gobbo Bordon nasceu em São Paulo e foi adotado logo após o seu nascimento. Muito amado pelos pais, Rackel e Papi, passou a infância morando em várias cidades, até que, aos 13 anos, se estabeleceu com a família em Curitiba. Foi na cidade em que ele cursou e se formou em RTV. Depois de pegar o diploma, se mudou para a Irlanda, onde morou por dois anos. Na volta, trabalhou com produção de cinema no Rio de Janeiro, até voltar para Curitiba 1 anos depois, onde trabalha com RTV.

HEIDI

HEIDI PETERS, 32 ANOS, EDITORA.

Cúmplice: O marido, Leonardo.

Heidi nasceu em 3 de novembro de 1983. Descendente de alemães, passou toda a infância em uma casa cheia de animais (gatos, cachorros, patos e até um macaco), de onde só saiu depois de casada. Foi uma criança muito sapeca e amorosa, que cresceu rodeada de muito amor. Em 2006, se formou no curso de Radio, TV e Multimídia, iniciando sua carreira de montadora cinematográfica. Em 2014 deu a luz a Amelie, sua primeira filha, que tem crescido com o mesmo tratamento que sua mãe teve na infância: com muito carinho e apego.

RODRIGO

RODRIGO SOARES, 36 ANOS, CASADO .

Cúmplice: A mãe, Inês.

Rodrigo Soares nasceu em Apucarana, no Paraná, em 25 de abril de 1980. Filho de Jairo e Inês e o mais velho de 4 irmãos, foi sempre um menino muito dócil e carinhoso. Mudou-se para Curitiba após a separação dos pais, passando a morar com a mãe, a madrinha e a avó. Viveu com elas até os 29 anos, quando decidiu se mudar para a Irlanda.

DORIS

DORIS ZACHARIAS, 64 ANOS, ASSISTENTE SOCIAL APOSENTADA.

Cúmplice: A filha, Elisa.

Doris nasceu em Criciuma, em Santa Catarina, no dia 17 de julho de 1952. Viveu lá até os sete anos de idade, quando sua família se mudou para Curitiba. Foi na cidade que Doris se formou em Assistência Social e prestou serviços para a prefeitura por 35 anos. Também aturou como professora em escolas de comunidades. Servir sempre esteve no seu sangue e não mediu esforços durante toda a sua carreira para fazer o bem.

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O FILME

DA SUA

INFÂNCIA.

NÃO EXISTE NADA MELHOR DO QUE SER CRIANÇA.

18 DE MAIO

A ideia de definir o 18 de Maio como Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes surgiu em 1998. A data foi escolhida para coincidir com o dia da morte de Araceli Cabrera Sánchez Crespo, que foi morta aos 8 anos, após sofrer violência física e sexual. A partir daí, em todo 18 de Maio, diversas entidades que atuam na defesa dos direitos das crianças e adolescentes promovem atividades para sensibilizar a sociedade sobre a importância de se enfrentar as violências cometidas contra menores de idade.

Reconhecendo seu papel no enfrentamento das violências, o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente – CEDCA-PR e o Governo do Estado do Paraná criaram a campanha Viva a Infância. O objetivo é motivar toda a sociedade a identificar e denunciar as situações de violência contra crianças e adolescentes para que, dessa forma, cada vez mais casos desse tipo possam ser elucidados e resolvidos.

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IDENTIFIQUE

A violência contra crianças e adolescentes é um problema de todos. Assim, órgãos, setores da sociedade e cidadãos devem se unir para criar uma rede de proteção. Para isso, precisamos de uma coisa muito simples: OUVIR A SUA VOZ. Divulgue essa mensagem e denuncie a violência contra a criança e o adolescente.

1

EXEMPLOS DE VIOLÊNCIA

Violência física: beliscões, cintadas, chineladas, puxões de orelhas, uso da força física ao tocar na criança ou no adolescente;

Violência sexual: manipulação da genitália, exploração sexual, ato sexual com ou sem penetração;

Violência psicológica: rejeição, desrespeito, depreciação, rotulação, xingamento, cobrança e punições exageradas;

Negligência ou abandono: falha ou omissão em prover os cuidados, a atenção, o afeto e as necessidades básicas da criança ou do adolescente, como saúde e alimentação.

2

SINAIS QUE PODEM INDICAR QUE UMA CRIANÇA OU ADOLESCENTE ESTÁ SENDO VÍTIMA DE ABUSO SEXUAL

Fique atento se ela apresentar algum destes sintomas:

Lesões físicas;

Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST);

Problemas de aprendizagem;

Mudanças de comportamento repentinas;

Comportamento muito agressivo ou apático;

Comportamento extremamente tenso;

Afastamento e isolamento;

Conhecimento sexual inapropriado para a idade;

Negar-se a voltar para casa;

Ideias e/ou tentativas de suicídio;

Autoflagelação;

Fugas de casa;

Choro sem causa aparente;

Hiperatividade;

Comportamento rebelde;

Desnutrição;

Aparência descuidada e suja.

3

ATITUDES QUE PODEM AJUDAR A CRIANÇA OU O ADOLESCENTE VITIMIZADO:

Não culpá-la;

Mostrar que ela não está só;

Acreditar nela;

Deixar que ela fale sobre seus sentimentos;

Incentivar a procura de ajuda profissional;

Não criar expectativas que não sabe se poderão ser cumpridas;

Reforçar atitudes positivas da criança/adolescente;

Incentivar a autoconfiança;

Permitir que a criança e o adolescente expressem sua opinião, estimulando o protagonismo infanto-juvenil.

Respeitar seu jeito de ser.

4

SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES SÃO MUITO COMUNS E ACONTECEM POR DIVERSOS MOTIVOS:

Acreditar que o castigo físico educa.

Descontrole emocional do adulto.

Bater porque apanhava quando criança.

Não reconhecer os direitos da criança e do adolescente de viver em um ambiente feliz e saudável.

5

ENTÃO, COMO EDUCAR SEM VIOLÊNCIA?

Diga sempre a verdade.

Dê orientações claras e possíveis.

Explique que limites são importantes e que crianças e adolescentes precisam aprender a esperar e lidar com o não.

Não dê uma orientação e depois a contrarie.

Ensine ao invés de repreender.

Seja firme: mostre a autoridade de pai e mãe.

Faça a criança assumir as consequências do que faz.

Valorize o bom comportamento.

Dê o exemplo. Este é o melhor modo de ensinar. Mais do que é dito, a criança e o adolescente aprendem pelo exemplo.

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DENUNCIE

Pelo número 181 é possível denunciar qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes no estado do Paraná. As ligações são gratuitas, sigilosas, podem ser feitas 24h por dia de qualquer telefone.

O Disque 100 é um serviço de proteção de crianças e adolescentes vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescente. Funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados. Você também pode enviar um e-mail para disquedenuncia@sdh.gov.br ou registrar sua denúncia via internet através do portal www.dique100.gov.br.

Fora do Brasil, as denúncias podem ser feitas através do número +55 61 3212-8400.

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